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O cérebro no desenvolvimento do TEA? O que sabemos até agora?


Esse artigo é um dos estudos mais esclarecedores sobre os primeiros meses de vida e foi publicado em setembro de 2018. Essa revisão resume o desenvolvimento inicial do cérebro humano com base em dados neuronoanatômicos e funcionais. Uma das primeiras características que o artigo relaciona é o rastreamento ocular.

Com o uso de tecnologias foi possível rastrear alterações de processamento visual e alterações sensório motoras no TEA, e, aparentemente essas alterações antecedem as manifestações comportamentais clássicas de autismo (de interação, comunicação social e comportamentos repetitivos).Assim, essas alterações podem ser preditoras de tea.



Outros estudos como esse mostram que o crescimento cerebral tem uma expansão grande após o nascimento principalmente em regiões occipitais, principalmente em crianças típicas, mas esse hiper crescimento tende a ser muito mais significante nas crianças que posteriormente passaram a receber o diagnóstico de TEA.

Essas alterações tem sido relacionadas com as alterações de citoarquitetura dessas colinas corticais que determinam influencias muito significativas sobre o desenvolvimento nos primeiros anos de vida.

Outro achado bem importante é que estudos de rastreamento visual em crianças em investigação diagnóstica mostraram uma latência muito maior entre rastreamento ocular e localização de estímulos.

Se você gostou do artigo, é só clicar ele aqui embaixo, salvar em PDF, para ler quando quiser.


Abaixo, você encontra um exame de eye tracking e como uma pessoa dentro do espectro é capaz de processar fisionomias comparadas com pessoas típicas

E, se você ficou curioso sobre o eye tracking, deixaremos mais um link aqui para você ler. É só clicar.






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